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NOME: BATMAN: RENASCIMENTO #1

AUTORES: SCOTT SNYDER, TOM KING, MIKEL JANÍN E DAVID FINCH

EDITORA ORIGINAL / BRASILEIRA: DC COMICS / PANINI COMICS

NÚMERO DE PÁGINAS: 52

FORMATO: REVISTA MENSAL 

TIPO DE CAPA: COMUM

ANO DE EDIÇÃO: 2017

 

CUIDADO: CONTÉM SPOILERS!

Por mais que goste do Batman, confesso que passei longe de tudo o que saiu dele nos Novos 52. Com exceção dos encadernados Corte e Noite das Corujas, que li e gostei muito, o restante do material não chamou a atenção.

Mas um ponto positivo é que pelo que percebi, o Homem-Morcego foi o menos afetado na reformulação geral feita pela DC na recém encerrada fase. Digo na questão de qualidade nas histórias.

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O Batman que é um nome fresco na mente dos fãs por conta da infinidade de material publicado, inicia a primeira edição de Renascimento com uma ação contra o Homem-Calendário (Julian Day). Tradicional vilão da galeria do Morcego que aqui consegue afetar a decorrência dos dias, transportando cada estação do ano para um dia diferente.

A grande sacada de Renascimento é que graças ao santo dos quadrinhos, eles resolveram seguir adiante na história dos personagens, sem que fosse necessária contar uma história de origem dos mesmos.

Mas nem tudo é perfeito, pois quem começou a ler Renascimento sem ter lido nada dos Novos 52, pode estranhar a presença de Duke Thomas, um cara que aparentemente o Batman estava treinando para possivelmente se tornar Robin.

“Duke apareceu pela primeira vez na Batman #21 dos Novos 52, em um evento chamado Ano Zero. Ele entra em cena já demonstrando grande inteligência e coragem, sendo impedido pelo Batman de, sozinho, enfrentar um certo vilão e seus jogos mentais. Depois, com o retorno do Coringa a Gotham, Duke se torna um alvo “ideal” para o Palhaço: ele e sua família são sequestrados, mas Batman os salva. Porém, os pais de Duke são afetados pelo gás do riso e ficam loucos. O retorno mais efetivo do personagem ao bat-Universo — nem vou falar de Fim dos Tempos, porque aquilo… deixa pra lá… — se deu na série Nós Somos Robin (iniciada em agosto de 2015), onde vários jovens de Gotham vestiram o uniforme de… vocês sabem… Robin!… em uma iniciativa liderada por um ‘misterioso benfeitor’.” – Fonte: http://www.planocritico.com

Na segunda história do mix, Batman conversa com o Comissário Gordon, quando um avião é atingido e começa a cair ameaçando se chocar com os prédios.

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O Homem-Morcego em uma ação desesperada parte com o intuito de impedir que isso aconteça. A ação é tensa e aparentemente, Batman conseguiria salvar o avião, tendo que sacrificar a própria vida. Mas antes que a aeronave e ele se explodam na Baia de Gotham, eles são salvos por um casal de heróis que se auto-intitulam Gotham e Gotham Girl.

Fica aí um grande mistério, A primeira história não chamou muito a minha atenção, mas a segunda conseguiu o feito.

Quem são Gotham e Gotham Girl?

O grande destaque da edição fica também com as artes caprichadíssimas tanto de Tom King quanto David Finch. Que coisa linda!

Que venha a próxima edição.

Vale: 4 brindes

 

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